JORNALISMO EM PRÁTICA


TEXTO DE AUTORIA DE KARYNNE FERNANDES

Olhar os "figurantes" para um mundo um pouco melhor

Interessante como costumamos somente dar valor as pessoas quando a perdemos. A muito vamos nos lugares sem repararmos naqueles que estão a nossa volta, onde nos fechamos em nossas ocupações e interesses, sem darmos atenção ao próximo ao nosso redor. O estado está sentindo as conseqüências de "figurantes" desconhecidos que se revoltaram e agora estão lutando por seus direitos, onde se os próprios não lutarem por suas próprias causas, não há quem os faça. A conseqüência está sendo negativa: roubos, tiroteios. fechamentos de bancos...tudo para manifestarem seus valores, que são importantes e precisam serem reconhecidos como tal. Tão importantes, que sua ausência resultou em roubos, e a policia militar teve que agir para a segurança dos bancos.

Estava no centro, na tarde de terça, quando fui surpreendida pelo manifesto, que fez desviar o onibus em que me encontrava. As pessoas passavam com pressa, e não davam atenção ao que estava acontecendo. Parei, e fiquei a tentar saber do que se tratava aquele manisfeto, quando as palavras de um vigilante, no alto-falante, me chamou a atenção: "A rádio difusora Bom Jesus de Cuiabá sobrevive da providência de Deus, nós vigilantes estamos vivendo também de providência". O que querem dizer com isso? A situação deles, segundo eles, é tão degradante, que seus salários não estão sendo suficientes para sustentá-los e sustentar suas respectivas familias, e estão sobrevivendo da ajuda de outras pessoas para conseguirem viver.

Se pararmos para pensar, um instante, na situação da maioria da população, é muito triste. Pessoas sem voz, desconhecidas, sofrem dia e noite, sem terem a quem contar com ajuda. Políticos se mobilizaram com o manisfeto, o caso não está resolvido ainda, mas eles deram um passo. Quantas pessoas ao nosso redor sofrem sem voz, e nós, fechados em nosso mundinho particular, ignoramos que somente teremos um mundo melhor, a partir de um pequeno gesto de amor e carinho de cada vez. Onde uma pessoa não pode mudar o mundo, mas ela pode com pequenos gestos concretos, fazer de seu mundo, um mundo um pouco melhor.

Pare e reflita, o que estou fazendo para melhorar um mundo? Liberte-se das escamas dos olhos, e olhe ao seu redor, repare no simples, com certeza isso fará de você -de mim- uma pessoa melhor.

Eis uma meta!

Sejamos melhores para um mundo melhor!

"O problema do mundo está em duas pessoas, em mim e você". (Beata Madre Tereza de Calcutá)

Karynne Fernandes  (http://karynnefernandes.zip.net/) vale a pena acessar!

IGOR MOURA

 

TEXTO SOBRE HUGO CHÁVEZ E A TENSÃO DA AMÉRICA LATINA por IGOR MOURA

QUANTA LAMEIRA

  

IGOR MOURA 



Escrito por Igor Moura às 21h49
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RESENHA DO FILME INTERVALO CLANDESTINO

COMBINAÇÃO INDEVIDA

 

Intervalo Clandestino é um filme de Erik Rocha com produção do Grupo Novo de Cinema e TV que expõe o cotidiano dos cidadãos brasileiros e diretamente faz uma crítica a política administrativa do país.

            Com a utilização dos personagens, que são pessoas comuns que vão ao trabalho e fazem parte da sociedade, o filme conta com opiniões diretas das mesmas que são consideradas, representantes do setor desigual econômico do país. O documentário explicita a ansiedade da população que é obrigada a eleger um líder político e a angústia dos eleitores na expectativa de um país com melhores condições de vida. Portanto, no decorrer das cenas, aparece o cenário político brasileiro quando Lula assumiu o poder em 2003, fato que é comemorado anestesicamente pela população brasileira que acredita que o novo presidente eleito permitirá a entrada do neoliberalismo no Brasil.

            Com uma breve retrospectiva política, o filme retoma momentos marcantes, como a política neoliberal derrotada de Collor e a ditadura militar de Getulio Vargas que é tida no filme como uma era de grande abrangência política e econômica por parte dos cidadãos. Assim, é presente na obra um ressalto da impotência do governo do presidente Lula que é caracterizado como uma “marionete” com formas de governo já fracassadas.

Lula é apresentado como farsa política por ser incapaz de implantar uma política travestida neoliberal e de não garantir a autonomia almejada da classe trabalhadora. Sem rodeios, com inúmeras personagens, com um alto nível critico ao governo atual e sem argumentações concretas, o filme direciona-se a idéia de que “democracia em nosso país é uma ilusão”.

IGOR MOURA



Escrito por Igor Moura às 11h08
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RESENHA DO FILME 11 DE SETEMBRO

BLIND DATE

       O filme 11 de setembro é resultado da fusão de idéias entre diferentes renomados diretores do cinema internacional que se propõem a expor as realidades dos países orientais e ocidentais durante o atentado terrorista que derrubou as “torres gêmeas” do World Trade Center em Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001.

            Dentre os onze curtas apresentados, estão os de Sean Penn que não foi tão radical quanto os outros diretores e apresentou pontos que exigiram maior reflexão por parte do espectador. Sean Peen que no filme atua como diretor prova a sua eficiência para exercer o cargo, quando apresenta na obra a realidade de um idoso que vive sombriamente em um apartamento próximo as torres (que não deixam a luz do sol entrar em seu apartamento) e idealiza a existência de sua mulher que já está morta.

            Ernest Borgnine, quem é o magnífico ator da personagem do curta-metragem de Sean, realiza ações como se sua mulher ainda estivesse viva e se omite a enxergar a realidade dos fatos por conta da angustia e estagnação que sente com a ausência dela.  Durante a seqüência das cenas é evidente a dedicação que o senhor tem e que é superior à preocupação com o atentado. Portanto, certamente após a queda das torres e a entrada de luz em seu apartamento, o senhor se depara com uma outra e cruel realidade.

            O curta ainda mistifica a idéia da cegueira que há dos estadunidenses em não encarar o problema e desmistifica o poder supremo que a nação aparentemente tem e que com o atentado torna-se impotente. É um encontro as cegas de emoção, razão, poder e destruição.    

IGOR MOURA



Escrito por Igor Moura às 17h00
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JORNAL DA TURMA DO PRIMEIRO SEMESTRE JORNALISMO UNIC / 2008

Giro 205

 

        O jornal Giro 205 foi lançado hoje, dia 11 de março de 2008, nas aulas dos professores Tarcísio e Noemi quem foram responsáveis pelo o assunto da primeira publicação do Jornal. Os professores da UNIC (Universidade de Cuiabá) organizaram uma simulação de um julgamento que reuniram idéias e teses sobre o surgimento da humanidade que serviram de bagagem para a reportagem e o artigo do jornal. O seminário resultou na primeira edição do jornal impresso dos estudantes de Jornalismo do primeiro semestre da universidade. “Um assunto tão complexo quanto polêmico...” Diz Jéssica Benitez estudante de jornalismo responsável pela reportagem da capa. Os alunos objetivaram expor os temas e as opiniões baseados em bibliografias e em uma enquête realizada com os alunos. Com o dinamismo do jornalismo universitário, eles estão dispostos a seguir em frente com a idéia e aprofundar técnicas da faculdade, com o propósito de trabalharem juntos, assim como na primeira edição, e dar continuidade ao projeto. Se você pretende saber mais sobre esse assunto: Ciência X Crença, leia a primeira edição do jornal ou aguarde as próximas edições do Giro 205.

 



Escrito por Igor Moura às 14h44
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8 DE MARÇO

FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES



Escrito por Igor Moura às 12h57
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COMPARANDO NOTÍCIAS

Em ambos os jornais é claro a relevância diante da matéria que assume a primeira página. No jornal Diário de Cuiabá, são evidenciados logo no título da matéria os responsáveis pela prisão dos acusados do crime: a Policia Federal (PF) e o local do ocorrido (em Barra). Já, na Folha do Estado o fato é representado por uma quadrilha que foi descoberta por tráfico de mulheres. O adjetivo "desbaratada" assim citado, indica a derrota da quadrilha que evidentemente acabou ao ser desvendada, dando ênfase maior ao assunto. Os textos logo em seguida ao título indicam um breve destaque do conteúdo da matéria relacionados com o ocorrido. Ambas as notícias relatam os locais dos fatos e relatam o percurso dos acusados e o principal mandante, quem aliciava as jovens, claramente o homem da foto, Antônio Gonzzales. Nota-se também que o Diário de Cuiabá apresenta um domínio do tema, ao classificá-lo como "Operação Madri" dando a idéia ao leitor de acompanhamento dos fatos.

IGOR MOURA



Escrito por Igor Moura às 18h53
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TEXTO SOBRE O DEBATE DE ANTROPOLOGIA

NÃO EXISTE FÓRMULA

 

O conflito aparentemente oculto entre a antropologia (teoria evolucionista) e a religião (teoria de criação) é recente. A antropologia começa a se construir no final do século XVIII e é em meados do século XIX que o saber científico abrange os campos do conhecimento humano. A ciência que estuda o homem preocupa-se em conhecer cientificamente a humanidade, a cultura e o ser físico. Já a religião tem um marco muito mais antigo no cenário histórico, considerando a sua origem no século IV a.C., na era paleolítica, através de sepulturas que comprovaram a crença numa vida após a morte e no poder de influência dos antepassados naquela época.

Com o passar dos anos e o caminhar dos estudos, o homem passou a organizar sua existência racionalmente. Há um enfoque científico maior que visa generalizar a teoria evolucionista. Em contra partida, a força da religião espalha-se no cenário econômico, tendo a Igreja como grande poder influenciador. Fato que ressalta os princípios religiosos elementares: crenças, ritos, normas de conduta e instituições, que a partir daí ganham mais força.

Que a ciência é racional de mais para os religiosos e a religião não apresenta teorias testáveis e visivelmente comprovadas paras os cientistas, todo mundo sabe. Porém, as inúmeras teses sustentadas por ambas as partes exigem “nossos esforços para compreender a existência do Universo”. O modo racional de estudar dos antropólogos desmistifica a crença dos deuses na religião. “Contudo, se voltarmos um pouco no tempo, veremos que alguns cientistas responsáveis pelo desenvolvimento de nossa visão no Universo eram profundamente religiosos”.

Atualmente, o estudo da Medicina acompanha o estudo da antropologia física que apresenta dentre suas divisões, os estudos comparativos do crescimento aplicados pelos somatólogos (quem estudam o corpo humano), que os relacionam com os aspectos de crescimento como a alimentação, exercícios físicos, e maturidade sexual. Tal dado é indispensável à saúde humana. Portanto, por mais que haja desavenças entre as teorias evolucionistas e de criação, uma padre não deixará de ir ao médico e um médico não deixará de ir à igreja, por mera incompatibilidade de ideologia.

Evidentemente não é fácil compreender e estudar uma tese considerada correta e comprovada. Afinal temos o livre arbítrio para decidirmos os caminhos a seguir e isso contribui para como, cada um, interpretará uma teoria. Consequentemente há uma segregação da sociedade que instintivamente forma seus próprios grupos, ideologias e segmentos. Cientificamente, isso se resume a facilidade de adaptação que o ser humano tem em viver em seu próprio meio.

Por isso, se existe o certo porque erramos se existem as regras porque há exceções, tudo é indefinível, não há uma única verdade. As teorias existem, mas se propor a colocá-las em prática está além das fronteiras teóricas.

 

 

 

 

 

 

 

 

IGOR MOURA



Escrito por Igor Moura às 15h26
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RESENHA

CRIANÇAS INVISÍVEIS Resenha do filme

 

Uma obra-prima. A fusão de idéias de renomados diretores dentre eles Spike Lee, resultou em um filme de grande repercussão mundial. Os retratos infantis das diferentes personagens presentes no filme despertam ao telespectador maior atenção sobre a relação das crianças com o mundo e ressaltam a principal finalidade da magnífica produção: expor a infância de diferentes países.

         “Crianças invisíveis” conta com o apoio da UNICEF (O Fundo das Nações Unidas para a Infância) que encomendou a produção. Presente em todo o território mundial, a UNICEF atua no Brasil há quase 60 anos e é responsável por grandes ações e campanhas voltadas para as crianças e adolescentes. No filme, a cineasta Kátia Lund não esconde o que há por de trás da maior cidade brasileira, São Paulo, e explicita a real condição das crianças carentes do local.

         Desde países subdesenvolvidos como a África a países desenvolvidos como os Estados Unidos, o filme faz questão de expor que nenhuma localidade no mundo está imune das questões sociais que prejudicam crianças direta ou indiretamente.

         O filme desnuda a imagem da criança no mundo a fim de sensibilizar quem o assiste e propõe um recomeço de cada situação e uma reflexão sobre o que se poder fazer para reverter, mudar ou minimizar um problema. Portanto, não se contenha com os braços cruzados. Enquanto você se conforma, existem várias crianças que sofrem e passam por despercebidas.

 

IGOR MOURA



Escrito por Igor Moura às 16h00
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FILME CRIANÇAS INVISÍVEIS

CRIANÇAS INVISÍVEIS

 

"A dramática situação das crianças no mundo foi o motivo do esforço dos produtores italianos Chiara Tilesi e Stefano Veneruso para montar "Crianças Invisíveis", projeto cinematográfico coletivo, assinado por oito diretores, incluindo uma brasileira, Kátia Lund. " (site UOL)



Escrito por Igor Moura às 14h29
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CHARGE



Escrito por Igor Moura às 14h20
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CARTA AO LEITOR

Carta ao Leitor

 

A QUEDA DO MITO?

Essa semana, Fidel Castro renunciou a presidência de Cuba. Fidel afirma que não apresenta condições de saúde favoráveis correspondentes ao poder político necessário para exercer o cargo. Aos 81 anos, o ditador de Cuba passa o cargo político ao seu irmão Raúl Castro quem assumiu o poder interno desde que Fidel adoeceu.

A mudança surpreendeu a todos (inclusive a nós) e mobilizou o mundo. A população cubana cria a visão utópica do surgimento de um novo regime e crê que a bonança está a caminho. Porém, o doutrinador de uma política ditatorial não entregaria os pontos assim. Fidel garante que sua autoridade e experiência prevalecerão no governo do irmão e que está plenamente seguro com a substituição.

As boas ou más perspectivas sobre Cuba você acompanha aqui. Em uma reportagem que traz uma retrospectiva da imposição do governo no país, você (leitor) verá quais serão os novos horizontes alcançados no setor econômico e político nesse contemporâneo ou já conhecido cenário.  

 

                                                                                                                                                                         IGOR MOURA



Escrito por Igor Moura às 13h51
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A MÚSICA X CENÁRIO DIGITAL

 



Escrito por Igor Moura às 15h20
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SINDICATO DOS JORNALISTAS/ UNIC 2008

 



Escrito por Igor Moura às 14h50
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